O Jesualdo hoje fez-me lembrar o Jack Nicholson em "The Shining"...
09 março 2010
08 março 2010
Noite dos Oscars
Melhor Actor: Jeff Bridges, "Crazy Heart"
Melhor Actriz: Sandra Bullock, "The Blind Side"
Melhor Realizador: Kathryn Bigelow, "The Hurt Locker"
Melhor Filme Estrangeiro: "El Secreto de Sus Ojos", Argentina
Actor Secundário: Christoph Waltz, "Inglourious Basterds"
Actriz Secundária: Mo'Nique, "Precious"
Argumento Original: Mark Boal, "The Hurt Locker"
Argumento Adaptado: Geoffrey Fletcher, "Precious"
Filme de Animação: "Up", Pete Docter
Direcção Artística: "Avatar"
Melhor Guarda-Roupa: "The Young Victoria"
Melhor Maquilhagem: "Star Trek"
Melhor Cinematografia: "Avatar"
Melhor Documentário: "The Cove"
Efeitos Visuais: "Avatar"
Edição de Som: "The Hurt Locker"
Mistura de Som: "The Hurt Locker"
Edição de Filme: "The Hurt Locker"
Banda-sonora Original: "Up"
Canção Original: The Weary Kind, "Crazy Heart"
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Temas de Introspecção: Cinema, Oscars 2010
07 março 2010
The Blind Side
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Temas de Introspecção: Cinema, Crítica, Oscars 2010
06 março 2010
Up In The Air
8/10
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Temas de Introspecção: Cinema, Crítica, Oscars 2010
The Hurt Locker
8/10
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Temas de Introspecção: Cinema, Crítica, Oscars 2010
05 março 2010
Precious
O filme é baseado num livro que foi um grande sucesso em 1996, e retrata a história de uma mãe adolescente de 16 anos - Precious -, obesa, à espera do segundo filho do seu próprio pai e vítima de violência doméstica, quer verbal quer física por parte da mãe. Além disso, Precious é iletrada (praticamente não sabe ler nem escrever) e é uma aluna problemática numa escola de um bairro problemático - Harlem, em Nova Iorque. Depois, a mudança para uma escola especial e diferente ajuda a transformar a vida da jovem e frágil Precious, pois aí arranja amigos e, acima de tudo, consciência de toda a situação que vive.
A história é sem dúvida cruel, dura e muito real(ista).
A violência (verbal e física) não nos é dada de forma gratuita, mas é-nos dada na proporção devida - e durante boa parte do filme.
O filme é-nos apresentado através da visão da jovem adolescente, fazendo-nos sentir as suas angústias, as suas alegrias, os seus dilemas, os seus sonhos.
As temáticas abordadas são o ponto forte do filme. Violência, gravidez na adolescência, incesto, DST, preconceito e pobreza são assuntos recorrentes e são a base do filme, para além da soberba interpretação de Mo'nique - a mãe de Precious -, que nos faz muitas vezes ter medo dela.
É um filme que vale pelo tema e pela sensibilidade com que o assunto nos toca a todos. Não é soberbo, mas é bastante agradável.
7/10
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Temas de Introspecção: Cinema, Crítica, Oscars 2010
04 março 2010
MASSIVE ATTACK - "Heligoland"
Nunca fui um seguidor fiel da banda, até porque apenas os devo ter conhecido em 2003, por alturas do lançamento do "100th Window" (álbum que adorei, tal como os restantes que vim a descobrir posteriormente). Não sei os nomes das músicas todas, mas reconheço uma enorme qualidade a estes ingleses.
Assim, partimos para a descoberta do álbum com uma faixa de abertura que nos deixa de imediato com a "pulga atrás da orelha". Vemos logo ali diferenças em "Pray For Rain". As músicas seguintes - "Babel" e "Splitting the Atom" - assentam muita da sua identidade em beats bem marcados, sendo que a primeira tem um baixo a conduzir toda a melodia que sim senhor! A colaboração do já habitué Horace Andy é sentida na segunda música referida, bem como em "Girl I Love You", uma música delirantemente bela e talvez aquela que mais nos faz recordar os Massive Attack de há uma década, juntamente com "Rush Minute" - e que por sinal são das duas que mais aprecio.
De seguida, surge um abaixamento na qualidade do álbum, mas "Paradise Circus" traz de volta as grandes músicas do álbum, e a participação de Damon Albarn em "Saturday Come Slow" dá-nos a música mais distante do restante que se faz nestas 10 faixas.
Mas não esperem os mesmo Massive Attack dos anos 90, que eles estão diferentes (e ainda bem, é sinal que não ficaram parados no tempo!).
8/10
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Temas de Introspecção: Álbuns 2010, Crítica, Música
A Serious Man
7/10
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Temas de Introspecção: Cinema, Crítica, Oscars 2010
03 março 2010
Nine
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Temas de Introspecção: Cinema, Crítica, Oscars 2010
YEASAYER - "Odd Blood"
"Odd Blood" foi aguardado com grande expectativa por mim, e o single de apresentação "Ambling Alp" fazia antever uma coisa em grande, muito na onda do álbum de estreia.
Mas o caminho mudou um pouco.
A estrada ficou mais sinuosa - leia-se mais inconsistente e inconstante -, a banda sonora da viagem continuou com grande ritmo, mas menos vibrante. O grande problema é que muitas vezes damos por nós à espera de saltar uma música, para que cheguemos à seguinte, que é melhor. É natural que isso aconteça em qualquer álbum, mas não é desejável que isso aconteça (quase) música sim, música não.
Assim, e indo ao que mais interessa, este "Odd Blood" tem grandes músicas, não haja dúvida, mas também tem outras em que desejamos que acabem o mais depressa possível. Destacando as coisas positivas, a já referida "Ambling Alp" é reconhecível a milhas de distância, "Mondegreen" e as suas palmas ritmadas devem ser um grande momento ao vivo - e também o é em CD. Depois, há ainda "ONE" ou "Rome", músicas bastante competentes, sendo a primeira a fugir para sons synth-pop e a segunda a entrar em altas rotações.
Mas o momento alto do álbum aparece à 4ª música. "I Remember" invadiu-me os poros todos desde a primeira audição, fez-me todos os pelinhos do meu corpo ficarem hirtos, fez-me procurar a letra e o seu significado. E tendo em conta o momento em que me chegou, não me podia dizer muito mais. A voz em falsete de Chris Keating é completamente arrebatadora.
7/10
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Temas de Introspecção: Álbuns 2010, Crítica, Música
